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ABORTO: Neonazistas participam de manifestação “Pró-vida” na Praça da Sé, em São Paulo

Fonte: Blog do Tsavkko

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Vocês não acham engraçado e curioso como todo defensor da vida (sic) – cristãos fanáticos em sua maioria – também defendem pena de morte, “direitos humanos para humanos direitos”, porte de armas e afins?

E não conseguem notara menor contradição naquilo que pregam – bem, acreditam em Adão e Eva…

A Vice publicou uma pequena matéria recheada de fotos de uma manifestação de extrem-adireita “pró-vida”, contra o aborto e provavelmente contra a democracia, pela imposição de uma teocracia neonazi no país.  E não digo “neonazi” por brincadeira.

A matéria, inclusive, linka um post meu quando cobri a manifestação dos neonazis, fascistas, integralistas e mais toda a corja da minúscula, mas barulhenta extremíssima direita paulista e qaula não foi minha surpresa ao encontrar dois “velhos amigos” em fotos de ambas as manifestações!
Reparem nestas duas fotos da Vice:

Agora reparem nesta foto que eu tirei no protesto dos neonazis:

Manifestação em apoio ás posições homofóbicas e machistas do deputado Jair Bolsonaro

 

O rapaz simpático da segunda foto da Vice é, claramente, o mesmo que segura o cartaz extremamente cristão contra os direitos humanos (coitados dos cristãos de verdade, claro, e não estes fundamentalistas acéfalos). Seu nome é Eduardo Thomaz do grupo neonazi Ultra Defesa.

Já o neonazi pimpão da primeira foto da vice, com boné do UFC e uma tatuagem na cabeça onde se lê “Oi”, estilo de música adorada pelos neonazi (mas não só, Garotos Podres é uma banda Oi e são comunistas), e a cruz nas mãos, é o camarada de paletó e barbinha, atrás do colega de mochila.

Sim, como eu sei disso? Por esse vídeo que publiquei no Vimeo e que fez algum sucesso. Não produzi o vídeo que, porém, contém vários vídeos que eu fiz no dia. Dêem uma olhada no minuto 03:35 momentos mágicos do Thomaz e no minuto 4:50 você vê a tatuagem da mão do rapaz de boné, possivelmente irmão do Thomaz e logo depois a tatuagem em sua cabeça. Vejam o vídeo:

Aliás, gravei também um vídeo do simpático neonazi Thomaz falando sobre o que mais gosta: Direitos Humanos:

 

Gente da melhor estirpe, todos cristãos, defensores da “vida” – desde que eles decidam qual vida. Amigos e adoradores de Bolsonaro e da mais extremíssima direita paulista.  Suas bandeiras são o uso de violência contrat todo grupo que discorde deles – ou mesmo que concorde, afinal, eles odeiam a tudo e todos em seu supremacismo estúpido.

O triste é verificar a proximidade ideológica destes “manifestantes” com as ações e discurso do governo federal, já que o governo é contra o aborto (que é muito mais pró-vida que estes canalhas, visto que defende a vida da mãe e não de um amontoado de células), é contra os direitos LGBTs e vem se mostrando contrário aos Direitos Humanos (se serve para o “desenvolvimento” a Maria do Rosário não acha que é abuso, né?).

 

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Publicado por em 27 de Março de 2012 in Aborto

 

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Jovens Cristãos: Extrema direita universitária se alia a skinheads

Jovens estudantes neoconservadores fogem ao estereotipo de arruaceiros mas defendem ação violenta das gangues

Nara Alves e Ricardo Galhardo, iG São Paulo

Eles não são fortões, não lutam artes marciais, não usam tatuagens com suásticas e preferem os livros e computadores às facas e socos ingleses. Em vez de estações de metrô e shows de punk rock, seu habitat natural são as quitinetes apertadas do Crusp ou os vastos gramados da USP (Universidade de São Paulo). Eles são os neoconservadores, jovens universitários que defendem valores como o direito à propriedade e a fidelidade matrimonial.

À primeira vista, parecem mais universitários comuns, magricelas, com suas calças largas, camisetas amarrotadas e a barba por fazer. Mas apesar de estarem longe do estereotipo do jovem arruaceiro, cerraram fileiras ao lado de skinheads musculosos nas marchas em defesa do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e na anti-Marcha da Maconha.

“Estamos aqui para batalhar tanto intelectualmente quanto fisicamente”, apregoa Celso Zanaro, 22 anos, estudante de Geografia da USP. “O que precisamos é de homens dispostos a morrer por seus valores”, completou.

Zanaro é um dos quatro integrantes do núcleo duro da União Conservadora Cristã (UCC), organização criada

Folheto faz propaganda da UCC na USP

em julho do ano passado nos corredores da USP com os objetivos declarados de defender valores como o casamento, a fidelidade conjugal, direito à propriedade e combater o predomínio do pensamento marxista no meio acadêmico e político.

Pouco mais de um ano depois da criação, a UCC conta com 16 membros, 14 da USP e dois da Unicamp. Parece pouco mas nas eleições para o diretório central da USP, os neoconservadores ficaram em 5º lugar entre as dez chapas concorrentes.

“Na época da campanha fomos procurados pela juventude do PSDB mas não dá para fazer aliança aqui dentro”, disse Zanaro.

Em mais de duas horas de conversa, entre um cigarro e outro, o estudante citou pelo menos 15 autores conservadores, muitos deles nunca traduzidos para o português. Mas as principais referências do grupo são o jornalista Olavo de Carvalho (que defende a pena de morte para os comunistas), o integralismo (versão nacional do nazismo) de Plínio Salgado e o ultra-conservadorismo de Plínio Correia de Oliveira, fundador da extinta TFP (Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade).

Sobre a ditadura militar, Zanaro diz: “Se negarmos com veemência a ditadura não estaremos fazendo nada a mais do que reforçar o discurso comunista. A ditadura foi necessária num contexto”.

Na verdade, ele lamenta a falta de pulso do comando atual das Forças Armadas por não intervir no governo Luiz Inácio Lula da Silva durante o escândalo do mensalão.

“A função das Forças Armadas é respaldar as instituições democráticas. O Legislativo é uma delas. A partir do momento em que existiu um esquema para comprar o Legislativo e as Forças Armadas não depuseram o presidente, elas não cumpriram seu papel”.

Para os jovens da UCC, a USP é um antro comunista, nenhum partido político é suficientemente conservador, a pedofilia na Igreja é fruto da infiltração de agentes da KGB, o sexo é uma forma de idiotização da juventude, Geraldo Alckmin colocou uma mordaça gay na sociedade paulista, Fernando Henrique Cardoso foi o criador de Lula e Lula é o próprio anticristo.

Embora tenha resistido à abordagem da juventude tucana, a UCC votou em massa em José Serra nas eleições presidenciais do ano passado, mas com ressalvas. “Serra é um sujeito que, embora tenha se aliado a setores conservadores e renegado uma postura mais virulenta de esquerda, não abandonou totalmente estes ideais”, justificou.

Os integrantes da UCC dizem ser contra qualquer tipo de violência mas não escondem a admiração pelos skinheads, aliados de ocasião. “Essa postura de combate me inspira muito. Uma inteligência que não está disposta ao combate é uma inteligência vazia”, disse Zanaro que, no entanto, faz questão de demarcar o território. “Eles se dizem de extrema-direita mas o líder deles é vegetariano”.

A aproximação tem base na argumentação ideológica dos neoconservadores, segundo a qual é necessária uma elite intelectual que sirva de referência para a massa. “Uma massa conservadora sem uma elite é uma massa de manobra. Não existe educação para as massas. Precisamos de uma alta cultura que sirva de referência para estas massas”, disse Zanaro.

Apesar da aproximação com grupos que, no limite, praticam a intolerância contra minorias, o líder da UCC esclarece que o movimento não tem ligações como nazismo. “Não somos neonazistas. Ao contrário. Defendemos o estado de Israel”.

 

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Publicado por em 27 de Setembro de 2011 in Homo/Bissexualidade, Política, Religião

 

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Os vídeos do protesto organizados por neonazistas na Paulista em defesa de Bolsonaro

Conteúdo pertencente ao Blog do Tsavkko

Retorno ao tema do protesto dos nazi-fascistas na Paulista, agora com vídeos. Me impressiona que praticamente nenhum veículo de mídia tenha se importando com o protesto, cujos desdobramentos vão muito além do seu tamanho relativamente pequeno.

>>Vídeos no fim da postagem<<

Jornais como a folha de São Paulo não só desdenharam do protesto como (mostrarei em post mais amplo ainda esta semana) acabaram por apoiar claramente os nazi-fascistas reunidos. Em sua tentativa torpe de “equilibrar” os lados, de não tomar partido, acabaram por mentir descaradamente sobre os fatos, omitindo dados, escondendo quem realmente protestava a favor do Bolsonaro (gangues, grupos de ódio, etc) e nos proporcionando mais um momento ímpar de vergonha alheia com o pior do jornalixo do jornal da ditabranda.

O perigo que se aproxima, ou o que significou o protesto 

Mas, enfim, aos que pensam não ser grande coisa o protesto, porque os nazi-fascistas não passavam de trinta, alerto: Quando, em nossa história recente, ao menos desde a revoada dos galinhas verdes (Integrallistas) ainda sob Getúlio Vargas, tivemos tamanha reunião de grupos tão diversos, como Fascistas, Carecas, Neonazistas, Integralistas e Nacionalistas em um mesmo espaço e com uma mesma bandeira?

Ano passado, no mesmo dia do primeiro beijaço organizado em apoio ao PNDH-3, um grupo de uma dúzia de Integralistas e Libertários se reuniram no MASP, mas era diferente. Os grupos sentiam-se incomodados com a presença do outro e, no fim, eram CONTRA algo, mas não tinham uma mesma bandeira.

Neste sábado, havia uma única bandeira: A família, através das palavras e atos de Bolsonaro. Por mais deturpada que seja a visão de família destas gangues violentas, elas acharam uma figura de liderança. Grupos que atuam à margem da institucionalidade saíram de suas casas para protestar por um deputado, por um discurso único.

Não é pouca coisa. 

Estamos falando de grupos que normalmente estariam se matando (gangues de fascistas, como os Carecas do Subúrbio, que te negros e nordestinos em seu meio lado a lado com neonazistas?), mas se uniram por uma causa, por uma pessoa. O que mais pode sair daí?

Não podemos subestimar esta pequena reunião, pois os que foram são ligados a grupos maiores que podem perfeitamente passar a agir de forma mais unificada se encontrarem uma liderança que os represente. Assim acontece na Europa, com partidos de orientação nazi-fascista se organizando e se legalizando, mas ainda mantendo a tropa de choque violentas nas ruas. 

E não estou me precipitando, apenas aventando uma possibilidade que pode ser desastrosa para toda a esquerda, extremamente fragilizada nos dias atuais. ma parte acomodada, esperando que o PT faça tudo cair do céu, outra que diz ter orgulho de ser chapa-branca, soldadinhos disciplinados com orgulho e que agem como tropa de choque mesmo contra os movimentos sociais e uma parte dentro do PT, no PSOL e na Esquerda em geral que ainda tenta criar, inovar e combater. Hoje, a fragmentação da esquerda não se dá apenas em linhas partidárias.

É hora de abrir o olho! Estamos diante do que pode ser o começo da reorganização da direita e da extrema-direita no país. Enquanto o PT caminha para o Centro e flerta com parte da direita (PSD, PP, PR, cia), a esquerda fica perdida, se batendo, sem ação.
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A esquerda canta a Internacional
Fascistas respondem aos gritos da Esquerda, mas são logo sufocado:
A Esquerda canta!
Fascistas tentam, mas Esquerda sufoca seus discursos.
Homofobia Fascista.
Fascistas e neonazis louvam Bolsonaro, com um apoio desses….

Fascista tenta atacar militantes de esquerda e corre de volta ao seu grupo covardemente.
Fascista violentos fazem gestos para a esquerda e gritam “saco de pancada”
Fascistas ameaçam jornalistas. Um jornalista foi ameaçado por usar uma camisa vermelha. Foi o momento em que também fui xingado e ameaçado
Fascistas cantam “Dilma Terrorista, Comunista e Assassina”.
Careca do Subúrbio (guange Fascista) tenta dar lição de moral à Esquerda.
Capitão da PM fala sobre o protesto.
Acuados, Fascistas e Neonazis se agrupam para ir embora.

Líder neonazi é entrevistado e solta a pérola “É direito humano pra humano”

Primeiras prisões feitas pelo DECRADI de Neonazis e Fascistas (dois são presos). Lembre-se destes rostos:
Segunda leva de prisões feitas pelo DECRADI de Neonazis e Fascistas (quatro são presos).
 

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