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Arquivos mensais: Janeiro 2012

Depilação dos pelos pubianos faz parte de um processo de 200 mil anos

Título original: Pelos, piolhos e evolução
por Hélio Schhwartsman, da Folha

O caderno “Equilíbrio” trouxe na última terça uma reportagem sobre a depilação total dos pelos pubianos, que  vem ganhando adeptos no mundo. O interessante aqui é que a moda, ou melhor, a cultura está dando continuidade a um processo iniciado pela própria natureza mais de 200 mil anos atrás.

Um mistério sempre intrigou os biólogos: por que o homem, ao contrário da grande maioria dos mamíferos, perdeu quase todos os seus pelos?

Várias respostas erradas foram esboçadas, como evitar a desidratação (na verdade, a cobertura capilar a previne) e maior facilidade para nadar (exceto por Esther Williams, nunca fomos uma espécie aquática).

Nos últimos anos, no embalo das interpretações ecologicamente holísticas, vem ganhando aceitação a tese de que a devastação tríquica foi uma forma de nos livrarmos de piolhos, carrapatos e pulgas e das inúmeras doenças por eles transmitidas.

Se a hipótese é correta, por que outros primatas conservaram sua pelugem? O biólogo Rob Dunn sugere algumas possibilidades. Para começar, os grupamentos humanos eram mais densos e ainda desenvolvemos a mania de dormir em cavernas, o que magnificava bastante o estrago provocado pelos ectoparasitas.

Paralelamente, cerca de 200 mil anos atrás, aprendemos a tomar emprestado (não resisto ao eufemismo) o pelo de outras espécies, o que resolvia ao menos o problema do frio.

Em termos de implementação, a redução capilar se deu por meio de seleção sexual. Os indivíduos que achavam mais atraentes pares do sexo oposto com poucos pelos se deram bem (pegaram menos doenças como praga, tifo e encefalites) e transmitiram essa “tara” a seus descendentes. Pelado passou a ser “sexy”.

Esse mesmo mecanismo de aversão a moléstias trazidas por ectoparasitas também pode explicar sentimentos menos nobres, como a aversão por estranhos, que é o avô da xenofobia e do racismo.

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Publicado por em 30 de Janeiro de 2012 em Sexualidade

 

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O homem machão está perdendo o prestígio


Texto de:
Regina Navarro Lins
Psicanalista e Sexóloga
Twitter: @reginanavarro

Quanto mais autônoma e livre de estereótipos, mais a mulher deseja como parceiro o homem que respeita seu jeito de ser

Mário não entendeu por que Maria Inês o abandonou, apesar dela ter lhe explicado…

“Ela se chateou porque eu a mandei jogar no lixo aqueles biquínis que usava antes de me conhecer. Ora, ela agora tinha um homem, não precisava ficar se exibindo! Mas ela falou que aquilo foi só a gota d´água, que não aguentava mais o meu jeito de ser. Só porque falei que mulher compromissada é diferente, tem que se comportar. Eu gosto muito dela, não consigo entender por que precisa ficar quase nua, se já não está só. Estávamos há quatro meses juntos, e eu até estava pensando em casamento, mas para isso ela precisava tomar jeito. As amigas dela vivem dando bola pra qualquer um, e o grupo fica falado, é claro! Mas acho que a perdi, não queria. Gosto muito dela, mas Maria Inês não consegue entender. Diz que sou um machista ultrapassado. Entrei no Facebook dela e vi um monte de homens – que não sei quem são – dizendo todo tipo de coisa, mandando beijinhos, não dá. Que segurança eu posso ter? Quis saber quem eram esses homens e ela disse que eram os ‘ex’, depois deu uma gargalhada. Estou sofrendo muito. Liguei para marcar de nos encontrarmos, mas ela não topou. Diz que sou um machão e que quer distância de machões.”

O homem machão está perdendo o prestígio. Ainda bem. Isso é bom para a mulher e principalmente para ele próprio. Os homens estão esgotados, exaustos de serem cobrados a corresponder a um ideal masculino inatingível – ser forte, ter sucesso e nunca falhar. O famoso poema “If”, de Rudyard Kipling, começa assim: “Se és capaz de manter a tua calma quando todos ao redor já a perderam e te culpam, se és capaz…”, e continua enumerando infinitas condições para, no final, se o jovem for capaz de tudo, dizer: “Então, és um homem meu filho.” Ufa! Com é difícil ser homem!

Desde pequenos os homens são desafiados a provar sua masculinidade. O masculino é uma tragédia coletiva. Nunca relaxar para sempre ser considerado macho gera angústia nos homens, além de sentimento de inferioridade entre eles. Na nossa sociedade, ser homem requer um esforço sobre-humano. Ele é tão emotivo e sensível quanto a mulher, mas aprende que para ser macho não pode chorar. Tem que ser agressivo, não ter medo de nada e, mais do que tudo, ser competente no sexo, ou seja, nunca falhar.

Como defesa contra a ansiedade que essas exigências provocam, e para encobrir o sentimento de inferioridade por não alcançar o ideal masculino, eis que surge o machão. Sempre alerta, seu objetivo é deixar claro que despreza as mulheres, pessoas homossexuais ou bissexuais e é superior aos outros homens heteros.

Até o movimento de emancipação feminina, há 40 anos, o machão ainda agradava às mulheres. Os papéis sociais masculinos e femininos eram claramente definidos: as mulheres se conformavam em apenas expressar características de personalidade que lhes eram atribuídas, como meiguice, gentileza, fragilidade e indecisão. Ocultando quaisquer outras que estivessem ligadas à coragem, força e decisão – elas se mutilavam. Sabiam que seriam repudiadas. Assim, valorizavam homens também mutilados, isto é, os que só expressavam uma parte de si: força, agressão, coragem, desafio e poder.

Acontece que, a partir daí, as mulheres passaram a se sentir no direito de se mostrar por inteiro. Podiam ser fracas, mas também fortes, dóceis e agressivas, indecisas e decididas, medrosas e corajosas, dependendo do momento e das circunstâncias. O caminho natural foi desejar se relacionar com homens que pudessem ser inteiros também, que assim como elas não mais precisassem reprimir vários aspectos da personalidade.

O machão perdeu seu lugar. Quanto mais autônoma e livre de estereótipos, mais a mulher deseja como parceiro o homem que respeita seu jeito de ser e suas escolhas. Ela valoriza o homem sensível, que não tenha vergonha de chorar, de ficar triste, que fale dos seus sentimentos e aceite seus próprios fracassos.

No que diz respeito à sexualidade, isso é evidente. A mulher gosta cada vez mais dos homens que não têm vergonha quando falha a ereção e que vão para o ato sexual não para cumprir a missão de macho, mas para trocar com ela todos os prazeres que o sexo pode proporcionar.

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Publicado por em 20 de Janeiro de 2012 em Sexualidade

 

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QUEM NÃO VIU, VAI VER: Ex-Sargento Gay conta ao SBT como foi torturado por militares do Exército

Fonte: UOL

Sargento que assumiu relacionamento homossexual e chegou a ser preso, afirma que foi torturado. Em entrevista ao repórter Roberto Cabrini exibida nesta quarta-feira (18) no telejornal “SBT Brasil”, Laci Marinho e o parceiro dizem que são vítimas de preconceito e homofobia no Exército. Eles querem asilo político para sair do Brasil e têm medo de represálias. Saiba mais sobre este caso clicando AQUI

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Homofobia começa em casa

Fonte: O Tempo

Número de mortes de gays em Minas cresceu 16% em apenas um ano

Na noite do primeiro dia do ano, um estudante universitário de 20 anos, da região do Vale do Aço, foi atacado

Abandono.Na foto, o estudante que teria sido espancado pela mãe e agora conta com ajuda de amigos

com socos e golpes de cinto em seu rosto. O agressor foi sua própria mãe, ao descobrir que o rapaz era homossexual. “Ela chorou e disse que eu tinha destruído a vida dela. Ficou com uma ira que eu nunca vi e disse que eu ia morrer”, contou o aluno de administração, que acaba de entrar para uma estatística de preconceito e intolerância.

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Os casos de violência motivados pela orientação sexual de um membro da família não são raros. Um levantamento feito pelo Centro de Referência da Cidadania LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais Travestis e Transexuais) do Rio de Janeiro mostra que grande parte dos homossexuais que sofrem agressão é vitimada no ambiente familiar. Dos 5.070 atendimentos realizados pela entidade, entre julho de 2010 e julho de 2011, 22,4% se tratavam de agressões sofridas em casa, sendo pais, mães e outros parentes os principais autores dos ataques.
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Em Minas Gerais, não há estatísticas sobre o assunto, mas o coordenador do Centro de Referência pelos Direitos Humanos e Cidadania LGBT da capital, Carlos Magno, avalia que o dado é preocupante. “É preciso ter uma ação urgente para mudar isso”, afirmou.
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Acostumada a atender homossexuais em situação de vulnerabilidade, a psicóloga Dalcira Ferrão explica que uma agressão homofóbica sofrida dentro de casa pode ter consequências ainda mais graves para a vítima. “A pessoa fica sujeita a depressão, isolamento social e até suicídio”, explicou.
A primeira atitude tomada pelo jovem universitário depois de apanhar da mãe foi sair de casa. “Peguei R$ 100 emprestados com minha irmã e voltei para Belo Horizonte”, contou. Ele disse que não quis acionar a polícia e nem foi ao médico, apesar dos hematomas que teriam ficado no peito e no rosto. A mãe, segundo ele, tomou as chaves do apartamento onde ele morava na capital e os cartões de crédito. “Foi uma humilhação emocional grande”, disse o estudante.

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Procurada pela reportagem, a mãe não quis comentar a versão do filho. “Não tenho nada contra a escolha. Mas aceitar (a homossexualidade do filho) depende da minha religião”, disse ela.
O episódio familiar é um dos lados de uma realidade de intolerância presente em Minas Gerais. Balanço do Grupo Gay da Bahia (GGB) revela aumento no número de assassinatos de homossexuais no Estado: 18 gays foram mortos em 2010, enquanto 21 foram assassinados no ano passado. O aumento foi de 16%. “A homofobia é tão impregnada que há mães que preferem que o filho seja bandido ou morra a ser gay”, avalia o antropólogo Luiz Mott, fundador do GGB. O levantamento refere-se apenas a assassinatos.

Amigos organizam festa em apoio a jovem


Foi no boca a boca que a agressão homofóbica sofrida pelo estudante virou assunto na capital. O fato chegou ao conhecimento de amigos de amigos e rapidamente uma rede de ajuda foi formada em Belo Horizonte. Através das redes sociais, uma festa foi organizada para arrecadar fundos em apoio ao universitário, que começou ontem em um novo emprego.

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“Fiquei chocado quando soube e pensei em uma forma de conseguir dinheiro para ajudar. Disseram que ele não tinha nem lugar para morar”, disse o jornalista Rafael Sandim, 21, organizador da festa.
O evento acontece hoje, a partir das 23h. Metade do valor arrecadado na portaria será destinado ao estudante. O local: avenida Getúlio Vargas, 1.423, Savassi. Entrada a R$ 15. (RRo)

Os 21 gays assassinados em 2011 em Minas deixam o Estado no quarto lugar entre os que mais registram mortes por atos homofóbicos. Os homicídios por intolerância ainda são em maior número na Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro. As estatísticas podem ser ainda maiores, já que o Grupo Gay da Bahia (GGB), entidade que realiza o levantamento anual, registra apenas casos que foram divulgados pela imprensa.

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Minientrevista com
Agredido pela mãe
“Ela me mandou ler a Bíblia em voz alta”

Por que aconteceu a agressão?
Minha mãe descobriu que eu sou gay, acabou me espancando e me colocando para fora de casa.
Como ela descobriu que você é homossexual?
Eu estava em casa usando a internet. Fui atender o telefone e, quando voltei, minha mãe tinha mexido no meu computador. Ela tinha visto as mensagens que troquei com meu atual namorado.
Como ela te agrediu?
Me bateu com um soco na cara e com o cinto no meu rosto. Tentou me enforcar e fiquei horas sem água, sem comida e sem poder ir ao banheiro.
Ela trancou você em casa?
Não, mas me impediu de sair. Ficava me vigiando o tempo todo.
O que ela lhe disse?
Ela me mandou ler a Bíblia em voz alta para ela ouvir, me humilhou, me xingou, disse que eu ia morrer e que só sairia da casa dela para o cemitério.

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O bom relacionamento entre pais e filhos homossexuais é tido como fundamental para evitar atos de violência dentro da família, segundo a integrante do grupo Mães pela Igualdade Jiçara Martins, 61. O grupo é composto por mães de gays que oferecem apoio aos pais que descobrem a homossexualidade dos filhos. “Acho que deixar a verdade prevalecer é sempre a melhor opção. Tem casos de pais que, ao saber que o filho é gay, têm reação momentânea e explodem, mas a gente tenta ajudar”, disse. Além da violência física, ela relata casos comuns de agressões verbais. “Tem a violência velada, comentários, olhares. Isso pode levar uma pessoa ao suicídio”, afirmou.

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O maior entrave na aceitação familiar, segundo Jiçara, é o medo que os pais têm de assumir que o filho é homossexual. “Tirar os pais do armário é o mais complicado”.


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Parlamentar afegã desafia preconceito e planeja disputar Presidência

Fonte: BBC Brasil

Depois de sobreviver a tentativas de assassinato e de sofrer todo tipo de ameaças, Fawzia Koofi é a primeira

Fawzia Koofi é primeira mulher a assumir a vice-presidência do Parlamento afegãoFawzia Koofi é primeira mulher a assumir a vice-presidência do Parlamento afegão

mulher a ocupar o posto de vice-presidente do Parlamento do Afeganistão. Não contente com isso, ela já disse que se candidatará nas eleições presidenciais de 2014.

“Em 2005, decidi me candidatar ao Parlamento, porque acreditava que era a melhor forma de ajudar as pessoas”, disse Koofi em uma entrevista por telefone, direto da capital afegã, Cabul, com a BBC.

“Venho de uma família muito tradicional de uma zona rural do Afeganistão, então os direitos das mulheres não eram uma prioridade na minha família”, afirmou.

Koofi vem da Província de Badakhchan, no noroeste do país, uma zona agrícola e muito pobre.

Sua mãe quase morreu ao dar-lhe à luz, e a tradição em sua família indicava que seu destino não estaria muito longe dos cuidados da casa.

“Fui a primeira garota da minha família a ir à escola”, disse. “No começo, até meus irmãos homens se opuseram. Meu pai, que nessa época estava envolvido com política, impulsionou a construção de uma escola e não permitiu ajuda à sua própria filha.”

Quando terminou o colégio, Koofi estudou medicina, e então seus irmãos mudaram de opinião. “Primeiramente, porque era muito difícil entrar na faculdade de medicina e eu consegui, e depois ele me apoiaram porque nessa época minha mãe morreu, e seu maior sonho era que eu fosse à universidade”, afirmou.

Regime talebã

Em 1996, os talebãs tomaram o controle da capital afegã, depois de dois anos de combates, e continuaram no poder até a invasão dos Estados Unidos em 2001, depois dos atentados contra o World Trade Center e o Pentágono.

“Quandos os talebãs chegaram, tive de deixar de estudar e me encerrar em casa. Via a vida por meio da janela

Para Koofi, eventual retorno do talebã seria retrocesso para os direitos das mulheres

da minha sala, e a única coisa que podia fazer era visitar o túmulo da minha mãe”, disse Koofi.

Depois da queda dos talebãs, começou outro período de instabilidade mesclada com mudanças sociais para as mulheres do Afeganistão.

“Retomei meus estudos e comecei a me envolver com projetos sociais. Nesse momento, a ONU operava praticamente como o governo do país e tinha muitos projetos. Eu ensinei inglês e comecei a colaborar com a Unicef (braço das Nações Unidas para a infância) em nível local”, disse a parlamentar.

“Quando vieram as primeiras eleições depois do regime talebã, as pessoas estavam muito contentes. Especialmente as mulheres estavam muito entusiasmadas”, afirmou.

“Depois de minhas colaborações em projetos sociais, comecei a me conectar com as pessoas e, de alguma formam, a minha imersão na política foi algo natural, vindo da família que venho.”

Em 2005, após submeter-se a um tipo de “primária familiar”, ela conseguiu uma cadeira no Parlamento afegão, representando Badakhchan.

“Um dos meus irmãos também quis se candidatar, então teve que haver um debate familiar, que no fim eu ganhei. Eles acreditaram que, por ser mulher, eu teria um maior apoio popular”, disse.

‘Não carregamos armas’

Koofi acredita que a retirada das forças ocidentais do país não é algo positivo.

“Os países vizinhos têm muita influência no nosso e tentarão criar instabilidade. Os talebãs estão se preparando para as eleições de 2014, e se eles ganharem, teremos perdido tudo o que conseguimos nestes anos todos”, afirma.

O atual governo, do presidente Hamid Karzai, foi alvo de acusações frequentes de corrupção.

Mas Koofi crê que uma volta ao regime anterior dos talebãs apresenta riscos para os direitos adquiridos pelas mulheres nos últimos anos.

“Os direitos das mulheres são muito mais fáceis de ignorar, já que nós não carregamos armas”, diz. Ela acrescenta que a volta dos talebãs obrigaria as mulheres do país a “começar do zero”.

Mas Koofi não se dá por vencida. “O plano é me candidatar nas eleições de 2014, vamos ver o que acontece.”

Ela diz que muitas pessoas veem uma mulher no legislativo como algo positivo. “Atualmente há cerca de 27% de mulheres no Parlamento do Afeganistão, e as pessoas estão satisfeitas com o seu trabalho”, afirma.

“Apesar das dificuldades, meu segredo foi não desmotivar nunca. Sempre acreditei em mim e na minha capacidade de mudar as coisas, e abrir o caminho para outras mulheres que vêm atrás.”

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Publicado por em 17 de Janeiro de 2012 em Discriminação, Religião

 

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PORRA MAOMÉ: Muçulmana é morta a pedradas por participar de concurso de beleza

Fonte: Paulo Lopes

A ucraniana Katya Koren(foto), 19, foi apedrejada até a morte por participar de um concurso de beleza. O seu

Katya pagou com a vida por ter "ofendido" Maomé

corpo foi encontrado na região da Crimeia, perto de sua casa, uma semana após seu desaparecimento. Estava enterrado em uma floresta.

A polícia prendeu três suspeitos, e um deles, Bihal Gaziev, 16, disse que Katya, uma muçulmana, foi morta por ter “violado a Sharia” – a lei islâmica.

Gaziev teria dito que não se arrepende de ter reagido a uma ofensa a Maomé.

A Ucrânia situa-se na Europa Oriental e fez parte da antiga União Soviética. Tem cerca de 50 milhões de habitantes. O regime de governo é presidencialista. A religião predominante é o cristianismo ortodoxo. Os muçulmanos representam 1,7% da população.

 
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Publicado por em 15 de Janeiro de 2012 em Religião

 

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Na Grã-Bretanha, alunos muçulmanos de medicina rejeitam a evolução

Fonte: Paulo Lopes

Estudantes muçulmanos de medicina da University College London, na Grã-Bretanha, têm boicotado as

Charles Darwin (1809-1882), autor da teoria da evolução

palestras sobre a teoria da evolução das espécies de Darwin com a alegação de que ela conflita com as ideia criacionista do Corão. Os muçulmanos, assim como os cristãos fundamentalistas, acreditam que Deus criou o mundo e todos os seres vivos.

Steve Jones, professor emérito de genética humana da universidade, disse não entender por que esses estudantes se decidiram por um curso cuja base é a ciência.

“Eles [os estudantes] não comparecem às palestras e depois reclamam que não deveriam ser submetidos a esse tipo de coisa”, disse.

No começo do ano, radicais muçulmanos ameaçaram de morte Usama Hasan, imã de uma mesquita em Leyton, porque ele afirmou que o Islã e o darwinismo não se excluem.

O biólogo Richard Dawkins manifestou preocupação com o número crescente de estudantes de medicina que recusam a evolução por motivo religioso.

O Daily Mail informou que os livros e as palestras do turco criacionista Harum Yah têm conseguido boa acolhida na comunidade islâmica da Grã-Bretanha. Para o autor, a teoria da evolução e o nazismo estão ligados entre si.

Com informação do Daily Mail.

 
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Publicado por em 15 de Janeiro de 2012 em Religião

 

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